11 contra 11 e no fim já não ganha a Alemanha.

Análise aos Campeões

   Hoje faço um resumo do que foi a época nas seis melhores ligas Europeias e dos respetivos campeões.
     Em Portugal o campeão foi o Benfica e o título foi mais que justo pois foi o clube mais regular que apresentou melhor futebol e foi mais objetivo nos jogos e muito graças a essa objetividade conseguiu aproveitar os deslizes que os mais diretos adversários tiveram ao longo da temporada pois não foram tão objetivos em vários jogos.
     Em Espanha a gestão do plantel por parte de Zidane e as excelentes exibições de jogadores que por norma são segunda opção deram ao técnico francês a primeira liga Espanhola da carreira para juntar à Liga dos Campeões. Foi o ano em que o Real Madrid gatou menos dinheiro em contratações nas épocas de Florentino Pérez à frente do clube.
     Em Inglaterra António Conte foi decisivo pois só após a mudança de tática para 3-4-3 é que o Chelsea começou a ser uma equipa regular e começou a ser um verdadeiro candidato ao título que acabou por conquistar. Se até a mudança de tática o Chelsea tinha feito exibições regulares após essa mudança o clube passou a jogar um futebol mais eletrizante e com os homens mais importantes da equipa a aparecem para serem os melhores do campeonato.
      Em França o Mónaco quebrou a hegemonia do Paris Saint-Germain que se mostrou mais fraco que o habitual apesar de Cavani ter feito uma excelente temporada sentiu-se a falta de Ibraimovic em contrapartida o Mónaco demostrou ser uma equipa solidaria e graças à boa época de Falcão, Mbappé e Bernardo Silva conseguiu levar o título para o Principado.

      Na Alemanha e em Itália o Bayern de Munique e a Juventus foram mais uma vez dominantes em Alemanha o Bayern foi pentacampeão e na Itália a Juventus foi hexacampeã, ambas sem dificuldades para revalidar os respetivos títulos de campeão.

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