11 contra 11 e no fim já não ganha a Alemanha.

À procura do equilíbrio.


     Portugal perdeu ontem a meia-final da Taça das Confederações contra o Chile.
     Portugal fez uma boa primeira parte não dando seguimento no resto do jogo.
    Foi com as linhas bem subidas no terreno com Adrien e William a impedirem que os médios do Chile que Portugal conseguiu controlar o jogo e ter o ascendente da partida.
     Este atrevimento de Portugal estava a ser positivo, mas a verdade é que Fernando Santos já provou por mais que uma vez que gosta que a equipa acima de tudo esteja equilibrada, algo que não acontecia com as linhas tão subidas e desceu as linhas no terreno para que a equipa equilibrasse, o que permitiu ao Chile ter mais bola e ficar mais confortável no jogo.
     Fica visível que Fernando Santos gosta de manter a seleção de Portugal equilibrada em jogos com seleções com alguma qualidade, isso ficou provado com a equipa inicial que apresentou no primeiro jogo da Taça da Confederações em que deixou André Silva no banco de suplentes optando por Nani que é um jogador que defende melhor que André e que tem menos presença na área. O que acabou por mostrar ser um erro pois foi com a entrada de André Silva a equipa joga melhor e Ronaldo tem mais liberdade de movimentos e consegue ser mais mortífero, mas mesmo depois de ver isso e de ter optado por André Silva nos outros jogos a verdade é que sempre que se encontrou a vencer ou quando sentiu que não era possível ganhar as substituições foram sempre no sentido de equilibrar o meio campo e colocar jogadores que defendem melhor que aqueles que saíram.
    Apesar de ter sido campeão europeu com esta forma de jogo a verdade é que fica a sensação que Fernando Santos podia ter arriscado mais nesta Taça das Confederações e o desfecho podia ser mais favorável para Portugal.
     Mas continua a ser o melhor treinador para Portugal.

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